A “carne” cultivada em laboratório possui vantagens que poderiam ajudar a alimentar uma parcela maior da população.
Sementes de plantas de cevada geneticamente modificadas estão sendo usadas em um processo que cria carne cultivada em laboratório. A pesquisa está sendo realizada na Islândia com mais de 100 mil plantas.
Uma proteína nas sementes, chamada de fator de crescimento, é colhida, moída e purificada antes de ser usada. Embora os primeiros fatores de crescimento tenham vindo de animais, espera-se que esse método de planta de cevada seja mais barato e escalonável e dependa cada vez menos de animais vivos.
Se os cientistas conseguirem produzir em larga escala, a carne cultivada em laboratório possui vantagens que poderiam ajudar a alimentar uma parcela maior da população.
- Leilões da 91ª ExpoZebu se aproximam de R$ 220 milhões em faturamento
- Diesel dispara 21% no ano e governo mira mais etanol e biodiesel para aliviar pressão no agro
- Vaca supera 72 kg de leite no concurso leiteiro da 91ª ExpoZebu e confirma avanço do Zebu tropical
- Peão morre pisoteado por touro durante rodeio em Rondônia; vídeo
- ALERTA: Frente fria traz chuva de até 150 mm, derruba temperaturas e acende risco no campo
“A população está aumentando e temos que alimentar todas as pessoas. Para isso não temos que matar todos esses animais, só temos que tirar a célula-tronco deles”, comenta Arna Runarsdottir, diretora de tecnologia de proteínas da ORF Genetics, em entrevista à rede britânica BBC.
Fonte: Istoé Dinheiro





