O fertilizante, um dos mais utilizados na agricultura mundial, é essencial para culturas como milho e cana-de-açúcar.
As cotações da ureia nos portos brasileiros acumularam queda de aproximadamente 25% nas últimas seis semanas, trazendo uma perspectiva mais favorável para os custos de produção da próxima safra. O fertilizante, um dos mais utilizados na agricultura mundial, é essencial para culturas como milho e cana-de-açúcar.
Segundo análise da StoneX, a desvalorização reflete principalmente o enfraquecimento da demanda global. Nem mesmo uma nova licitação da Índia, tradicionalmente responsável por sustentar os preços internacionais, conseguiu interromper o movimento de baixa.
Apesar da queda, o mercado segue com ritmo lento de negócios. Muitos produtores estão adiando as compras na expectativa de novas reduções nos preços e da definição de um possível piso para as cotações.
Outro fator que mantém atenção do mercado é a instabilidade logística no Estreito de Ormuz, região estratégica para o transporte de fertilizantes produzidos no Oriente Médio, um dos principais polos exportadores de ureia e amônia do mundo.
Como o Brasil importa entre 85% e 90% dos fertilizantes que consome, a queda da ureia tende a beneficiar o produtor rural ao reduzir os custos de produção. No entanto, a cautela ainda predomina diante das incertezas do mercado internacional.
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