A pressão de baixa que ditava a tônica no mercado do boi gordo perdeu força e o cenário comum foi o de estabilidade nas cotações, no fechamento desta quinta-feira (16/5).
É fato que há frigoríficos testando preços abaixo das referências. Em São Paulo, por exemplo, a amplitude entre os preços mínimos e máximos chegou a R$5,00/@. Mas vale ressaltar que o volume de negócios efetivados nos menores patamares de preços foi baixo.
No mercado atacadista de carne bovina com osso, a dificuldade no escoamento pressionou para baixo as cotações. A carcaça de bovinos castrados fechou cotada em R$10,06/kg, queda de 1,2% frente ao levantamento anterior.
Outro fato que chamou atenção no levantamento foi a reação dos preços dos contratos de boi gordo no mercado futuro.
- Mercado de terras rurais em Goiás passa por momento de maturidade, não de desvalorização
- MIAC apresenta, em primeira mão, implemento inédito para pimenta-do-reino e nova plataforma para colheita de feijão
- Combo explosivo ameaça o bolso do brasileiro: guerra e El Niño pressionam alimentos e elevam risco de inflação
- Conheça o marceneiro que largou tudo para cultivar a fruta cuja flor só abre à noite
- Safra 2026/2027 em Minas Gerais deve crescer 11,6% e alcançar 83,3 milhões de toneladas de cana
O contrato com vencimento para outubro que iniciou a semana abaixo dos R$160,00/@ se aproximou dos R$164,00/@ nos últimos dias.
Essa reação no mercado futuro traz de volta o ânimo para aqueles que planejam terminar a boiada no segundo giro de confinamento.
Fonte: Scot Consultoria