Javalis são abatidos após serem encontrados em cativeiro no interior de Santa Catarina; Fiscalização encontrou duas propriedades com criação do animal.
A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Caçador juntamente com a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e o Instituto do Meio Ambiente (IMA) se deslocaram na semana que passou à Linha Laranjeira, área rural do município de Caçador, para verificar uma denúncia de que em duas propriedades da região estaria ocorrendo a criação de javalis.
Uma equipe da PMA juntamente com uma equipe de médicos veterinários, realizaram a vistoria em duas propriedades onde constataram diversas irregularidades.

Na primeira fazenda vistoriada foi constatado a criação de dois javalis e porcos domésticos. Além dos animais, foi identificado um abatedouro clandestino, sem autorização para o funcionamento. Foram localizadas diversas embalagens contendo carnes sem procedência, prontas para serem comercializadas. Foi localizado ainda, o cativeiro de um papagaio sem autorização, além de munições de calibre 12, diversas embalagens contendo pólvora, uma caixa com espoletas e uma máquina para a recarga de cartuchos.
No segundo imóvel vistoriado, os profissionais localizaram mais de 20 javalis em uma encerra. Os animais foram abatidos pelos profissionais da Cidasc e os mais agressivos foram eliminados por controladores da espécie legalizados. Policiais civis do Centro Estadual de Combate aos Crimes contra o Agronegócio (Caoagro/PCSC) também estiveram no local.
Finalizado os procedimentos, os materiais apreendidos pela CIDASC, bem como as carcaças dos animais abatidos, foram descartados no aterro sanitário. Uma caçamba da prefeitura de Caçador auxiliou no transporte.

Javalis e suas cruzas, os javaporcos, são proibidos pela legislação. Além de multa, é crime e os animais devem ser eliminados por questões sanitárias.
Os responsáveis foram identificados, não apresentaram autorização para as atividades e serão autuados administrativamente e penalmente.
A PMA orienta à população rural que não pratique esta atividade sem orientação do órgão ambiental competente. Em caso de dúvidas, procure a Cidasc de sua região. Além de doenças, a espécie exótica destrói a fauna e a flora.

Fonte: Jmais
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