A sequência anterior mais longa com os embarques acima dessa quantidade havia sido verificada entre maio de 2006 e junho de 2007, ou seja, por 14 meses
Desde julho de 2018, as exportações mensais brasileiras de carne bovina in natura estão acima de 100 mil toneladas. Até então, a sequência anterior mais longa com os embarques acima dessa quantidade havia sido verificada entre maio de 2006 e junho de 2007, ou seja, por 14 meses.
Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário é resultado da demanda internacional – sobretudo chinesa – aquecida. No campo, contudo, a produção brasileira não conseguiu acompanhar o avanço na demanda por carne. O resultado foi o contínuo aumento nos preços do boi gordo, da reposição e também da carne negociada no mercado atacadista nacional.
- ALERTA: Chuva de 100 mm e risco de 40°C colocam várias regiões em atenção nesta semana
- Maior rodeio da América Latina, Barretos 2026 abre pré-venda de ingressos com show do Embaixador
- Ibama apreende 550 cabeças de gado em operação e volta a reacender debate sobre ações
- Caminhoneiros enfrentam fila de 45 km e até 3 dias sem água ou banheiro para descarregar soja no Pará
- Quem foi Man Hater, o touro de US$ 1 milhão sacrificado após grave lesão em competição da PBR
Em julho de 2018, o valor médio real do boi gordo (valores foram deflacionados pelo IGP-DI) estava em R$ 209, saltando para R$ 219 no encerramento daquele ano.
Em 2019, a arroba passou a ser negociada acima de R$ 220 em praticamente todo o ano e, em 2020, superou os R$ 300. Nos primeiros cinco meses de 2021, o boi gordo tem sido comercializado em torno de R$ 310. Na B3, os contratos com vencimento no final deste ano operam na casa dos R$ 330.
Fonte: Cepea