Na safra 2021/22, pelo menos 160 milhões de toneladas do cereal serão destinados ao setor de ração no mundo, uma participação de 20,5% na produção total.
Problemas com o clima impactaram o volume do cereal no estado, que fechará o ano bem abaixo das perspectivas do setor, que iniciaram o ano com indicações de uma safra recorde no estado.
Os recuos foram controlados por preocupações com a oferta restrita e forte demanda, fatores que empurraram o trigo de Paris para uma máxima de 14 anos.
Mesmo com limitações, moinhos dizem ter que repassar preços e corte de 500 mil toneladas em estimativa de safra deve pressionar mais o mercado, em meio a concorrência maior com indústrias de ração.
De acordo com a FAO, agência da ONU para a Agricultura, substâncias respondem por 25% dos casos de contaminação em alimentos causando riscos a saúde humana e animal.
As vendas de trigo caíram nas últimas semanas durante a última rodada de leilões, conforme o governo agia para restringir o comércio e antes da nova safra de trigo.
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