Com a melhora no fluxo da oferta de animais e indústrias com escalas confortáveis, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade desse movimento no curto prazo.
Os preços do boi gordo seguem sendo pressionados pelas indústrias que, neste momento, trabalham com escalas de abate confortáveis, dólar instável e período seco levando a maior oferta de boiada!
Os motivos da queda na arroba do boi gordo continuam sendo a desvalorização do dólar em relação ao real, escalas de abate confortáveis e pressão da indústria.
O valor da arroba já começa a ser pressionado, com o câmbio e escalas de abate afetando os preços. A maior oferta de animais terminados a pasto, no mercado paulista e do Centro-Oeste, também colabora para a queda.
Os compradores ativos ofertaram preços abaixo da referência para o boi comum, aproveitando para testar o mercado enquanto avaliando as suas estratégias de compras!
Players do mercado atentos ao câmbio e as escalas de abate avançadas, o que aumenta a pressão nos preços; A valorização cambial altera a dinâmica do mercado físico do boi gordo.
Com as escalas de abate já programadas para a semana, as indústrias estão confortáveis; Do outro lado, o pecuarista tenta cadenciar a venda aguardando a virada do mês!
A pressão de baixa não surtiu efeito sobre as cotações visto que a safra de capim ainda permite que o pecuarista trave as negociações com os frigoríficos!
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