Divulgação do relatório de estoques do USDA demonstrou uma redução maior que o esperado na produção de milho dos EUA, empurrando o preço para o maior valor dos últimos 11 meses.
A gestão mais refinada do custo de produção está levando o produtor a olhar com mais atenção ferramentas financeiras que não são somente para a boiada.
Cotação do contrato para maio/21 do boi gordo se ajusta e sobe R$ 12,00/@ nesta segunda-feira, já sendo negociado a R$ 253,00/@, próximo às cotações atuais de balcão.
Dificuldade no escoamento da proteína bovina no varejo pode demonstrar que o consumo no Brasil continua fragilizado, dando indicativos que pode rechaçar novas altas.
Preço da oleaginosa no Brasil voltou a ficar acima dos R$ 136,00/sc em alguns portos brasileiros, no entanto, com a soja norte-americana chegando ao mercado, abastecimento se volta ao mercado interno.
Cotações do cereal recuam no mercado físico, com compradores ainda retraídos, mas a recompra de contratos na B3 faz o preço dos vencimentos futuros avançarem fortemente.
Oferta reduzida dita ritmo dos negócios no país e disputa para compra dos animais dificulta qualquer desvalorização no mercado físico, reflexo na B3 é de preços rompendo os R$ 244,00/sc em dezembro/20.
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