
A obra, iniciada no mês de julho, pretende solucionar de forma definitiva uma demanda histórica de melhoria da estrada para facilitar o escoamento da safra e a trafegabilidade de quem precisa passar pelo trecho, principalmente no período chuvoso.
Com investimentos realizados pelos produtores rurais do Oeste Baiano pavimentação asfáltica é realizada. Cansados de aguardar uma solução pública, produtores se unem para resolver um problema antigo. Antes das chuvas prolongadas, previstas para este mês de novembro no Oeste da Bahia, o programa Patrulha Mecanizada da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) está intensificando a execução da obra de pavimentação da Estrada do Café, localizada no município de Barreiras. A obra está sendo custeada com recursos do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), do Programa para o Desenvolvimento da Agropecuária (Prodeagro) e dos produtores rurais associados à Aiba e Abapa.
As máquinas estão trabalhando em três pontos no trecho de 57,2 Km com os trabalhos de terraplanagem, compactação e aplicação da massa asfáltica, TSD mais Micro. A obra, iniciada no mês de julho, pretende solucionar de forma definitiva uma demanda histórica de melhoria da estrada vicinal para facilitar o escoamento da safra e a trafegabilidade de quem precisa passar pelo trecho, principalmente no período chuvoso.
O presidente da Associação dos Produtores Rurais do Novo Horizonte, Flávio Germiniani, reforça o quanto é importante a pavimentação da estrada para os agricultores de outros trechos como do Estrondo.

“Apesar de sempre contar com o apoio do Patrulha em melhorias e reformas da Estrada do Café, era sempre necessário que os próprios produtores usassem as máquinas para destravar as estradas depois das chuvas, para que pudéssemos escoar a produção. Ao ver o avanço da obra, que é de muita qualidade, tenho certeza que safras ainda mais promissoras virão depois da conclusão dos serviços”, afirma. Além dos 57,2 km da Estrada do Café, o programa tem trabalhado em 25 km da Estrada Nova América
Com cerca de 100 trabalhadores diretos atuando no trecho da Estrada do Café, a coordenadora do Patrulha Mecanizada da Abapa, Daniella da Mota Morais, explica que o programa também atua na fiscalização e no apoio em outras duas frentes executadas por empresas contratadas.
“Atualmente estamos trabalhando em 70% da extensão da obra, 45% de sub-base e 15% de bases concluídas. O trabalho do Patrulha não para. Depois que as equipes concluírem os serviços de pavimentação, que serão parcialmente interrompidos nas chuvas, elas ficarão de prontidão para os serviços emergenciais para apoiar o produtor rural no acesso às fazendas neste período das chuvas”, explica.

Ao acompanhar de perto as ações de manutenção e pavimentação das estradas, o presidente da Abapa, Luiz Carlos Bergamaschi, é um dos entusiastas do Patrulha Mecanizada e do quanto a união dos agricultores, por meio das associações, e do poder público podem transformar a infraestrutura e a realidade de quem percorre as estradas da região.
“Este é um programa que mais expressa o espírito dos agricultores. Com associativismo, parceria, conhecimento e técnica, investimos no presente, pensando no futuro do desenvolvimento, beneficiando diretamente quem mora no Oeste da Bahia”, afirma.

Pavimentação
Os serviços de pavimentação de estradas mudaram a vida dos produtores rurais da região Oeste e de quem depende das estradas. Iniciado em 2017 com 33 km da Rodovia da Soja, desde então, até 2023, foram 265 km pavimentados, abrangendo as estradas do Rio Grande (40 km); Timbaúba (31 km); Estrondo na BA-458 (35 km), São Sebastião (27 Km) e Linha dos Pivôs (60 Km) e Estrada Nova América, com 25 Km.
As obras de pavimentação em estradas executadas pela Abapa contam com investimentos do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), Programa para o Desenvolvimento da Agropecuária (Prodeagro), com gestão da Aiba e dos produtores rurais associados da região.

Sobre a AIBA
O progresso do polo produtivo do Oeste baiano confunde-se com a estruturação e com a evolução da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba). Fundada em 1990, com 16 associados, a entidade figura hoje como a principal entidade representativa da região, reunindo mais de 1.300 produtores e representando cerca de 95% da força de produção em 2,25 milhões de hectares plantados.
Ao longo dos seus mais de 30 anos, a associação construiu uma história exitosa, similar à da própria região. Determinada a enfrentar todos os desafios que se apresentam para manter o seu desenvolvimento com sustentabilidade, na área de abrangência, o seu quadro social também cresce, graças às suas ações firmes e consistentes.
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