Para o gado jovem, que tem a carne exportada para a China, os negócios ocorreram em até R$235,00/@ para o macho, e em R$221,00/@ para as novilhas.
Em São Paulo, após as altas nos preços do boi gordo durante esta semana, as cotações se mantiveram firmes no fechamento da última quinta-feira (27/8), com suporte da escassez de boiadas e com os frigoríficos se preparando para o aumento sazonal do consumo de carne bovina com a chegada da primeira quinzena de setembro.
Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação do boi gordo ficou em R$231,00/@, bruto e à vista, R$230,50/@, descontado Senar, e em R$227,50/@, livre de impostos (Funrural e Senar).
Para o gado jovem, que tem a carne exportada para a China, os negócios ocorreram em até R$235,00/@ para o macho, e em R$221,00/@ para as novilhas, preços brutos e à vista.
Segundo Agência Safras
Os preços do boi gordo voltaram a subir em algumas regiões de produção e comercialização nesta quinta-feira, 27, de acordo com a consultoria Safras. “O ambiente de negócios ainda sugere a continuidade desse movimento no curto prazo”, diz o analista Fernando Henrique Iglesias.
Segundo ele, a oferta de animais terminados, pronto para o abate, segue restrita em grande parte do país e, com isso, o processo de redução do spread entre os preços praticados em São Paulo e nas demais praças comercializadoras tem seguimento.
“Os frigoríficos vão se deparando com grande dificuldade para alongar suas escalas de abate”, acrescenta Iglesias.
De acordo com o analista, outro aspecto que precisa ser considerado é o ótimo fluxo de embarques de carne bovina em 2020, com a China importando volumes bastante substanciais de proteína animal brasileira.
Na capital de São Paulo, os preços do boi gordo no mercado à vista passaram de R$ 234 para R$ 235 por arroba. Em Uberaba (MG), subiram de R$ 233 para R$ 234 por arroba. Em Dourados (MS), foram de R$ 226 para R$ 227 por arroba. Em Goiânia (GO), continuaram em R$ 230 por arroba. Em Cuiabá (MT), permaneceram em R$ 216.
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Atacado
No mercado atacadista, os preços da carne bovina seguem firmes. Conforme Iglesias, as indicações são de que haverá uma retomada do movimento de alta nos preços na virada do mês, avaliando a entrada da massa salarial na economia como um motivador do consumo.
Com isso, a ponta de agulha permaneceu em R$ 13,00 o quilo. O corte dianteiro seguiu em R$ 13,60 o quilo, e o corte traseiro continuou em R$ 15,60 o quilo.
Fonte: Scot Consultoria e Agência Safras