
Três toneladas de carne imprópria para consumo são apreendidas; Além das inspeções em estabelecimentos comerciais, foram deflagradas ações de patrulhamento nas áreas rurais.
A Brigada Militar do Rio Grande do Sul realizou na última sexta-feira, 19, a segunda edição da Operação Avante Combate ao Abigeato, que visa coibir o roubo de gado na região de ação do Comando Regional de Policiamento Ostensivo (CRPO) Sul.
Em parceria coma Polícia Civil, Vigilância Sanitária, Ministério Público e a Inspetoria Veterinária da Secretaria de Agricultura, 107 estabelecimentos foram inspecionados, entre frigoríficos, açougues e mercados, terminando com a apreensão de 3.357 quilos de carnes e outras mercadorias sem procedência e sem condições de consumo.

Além das inspeções em estabelecimentos comerciais, foram deflagradas ações de patrulhamento nas áreas rurais de 16 municípios do estado, como Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, São Lourenço do Sul, Camaquã, Tapes e Pelotas.
- Nota de pesar: Cooxupé lamenta o falecimento de Mário Panhotta da Silva
- BNDES tem impacto recorde de R$ 276,5 bi no crédito em 2024
- Brangus e Angus fecham parceria com o Sebrae/PR para avaliação genômica
- VPB da agropecuária em 2025 deve crescer 9,1%, para R$ 1,46 tri, prevê CNA
- Pesquisa encontra, em gramínea nativa, mecanismos de defesa contra a cigarrinha-das-pastagens
“A preocupação é com o abigeato, com o abate clandestino, com a mistura de carnes que não são da mesma espécie, causando riscos para a saúde da população”, afirma o veterinário da Secretaria da Agricultura, Leandro Centeno. Ele pede que a população ajude na fiscalização, exigindo a nota fiscal e certificado de procedência da carne.
No município de Pinheiro Machado, foram apreendidos quase 690 kg de carnes. Todos os produtos apresentavam falhas no acondicionamento, estavam com data de validade vencida ou deteriorados, representando risco para a saúde dos consumidores. Os produtos foram encaminhados para uma empresa de Pelotas para a produção de ração animal.
Com informações do Canal Rural.