Saiba como o manejo antecipado e o controle tecnológico de plantas daninhas protegem a reserva de alimento do gado e garantem a rentabilidade da fazenda durante a seca
O Brasil está entrando na temporada de seca, período sem chuvas que deve se estender até meados de outubro. É o momento ideal para o pecuarista planejar e dar início aos cuidados do pasto para enfrentar a entressafra de capim, com quantidade suficiente e de qualidade para a alimentação do rebanho, que, consequentemente, é responsável pela produtividade de carne e leite. Nesta fase de transição, o ritmo de crescimento do capim diminuiu. Por isso, o produtor não pode demorar para agir, se não o prejuízo é certo. Para aproveitar ao máximo as pastagens, os produtores precisam intensificar sua gestão com o objetivo de produzir mais arroba (@) por hectare. Com o clima seco, para a fazenda não perder a sua capacidade produtiva e, para que o pecuarista não tenha gastos desnecessários na suplementação alimentar para o rebanho.
Áreas de pastagem para alimentação do rebanho precisam receber atenção antes da temporada sem chuvas, que se estende até outubro, para seguir como fonte de nutrição dos animais.
De acordo com Thaís Lopes, Gerente de Marketing Regional da Linha Pastagem da Corteva Agriscience, este é o momento limite para o pecuarista conseguir a partir do manejo das invasoras potencializar a produção de forragem para o rebanho. “Nesse planejamento estratégico, um dos maiores gargalos para a eficiência do pasto é a mato-competição. As plantas daninhas disputam diretamente os recursos de água e nutrientes do solo, sufocando o crescimento das forrageiras justamente no momento em que elas precisam acumular massa foliar. Se não controladas, as invasoras reduzem a qualidade e a capacidade de suporte da pastagem, comprometendo a reserva estratégica de alimento do gado“, explica.
“Além do controle de plantas daninhas, são necessárias outras ações. Entre elas, o melhor aproveitamento do pasto a partir de piquetes, onde se pode manejar o gado em detrimento do potencial produtivo e limites da forrageira ali implantada. Esta prática permite aproveitar ao máximo o potencial do capim, pois o mesmo tem condições para se desenvolver adequadamente”, destaca Thaís.
Segundo a especialista, a pecuária é um mercado de muito planejamento. “A ação de hoje, reflete no resultado de amanhã. Com isso, o manejo de agora define o lucro na seca. O pecuarista tem que se lembrar que a falha de hoje vai custar caro na balança depois. É necessário aproveitar o vigor atualmente, para potencializar o estoque que será a fonte de nutrição durante a seca”, diz.
Controle tecnológico de plantas daninhas
No desafio do controle das invasoras, o pecuarista deve investir em tecnologias. Para isso, a Linha Pastagem da Corteva conta com uma recente inovação: a nova molécula Aminociclopiracloro (ACP), que desencadeia respostas hormonais nas plantas infestantes de folhas largas, foram desenvolvidas para auxiliar o pecuarista a lidar com esses desafios, eliminando a matocompetição (competição por água, luz, nutrientes e espaço) e aumentando a produtividade e qualidade do pasto. É o caso da nova geração de soluções da Corteva, composta pelos herbicidas Navius® e Juvix®.
Navius® possui uma formulação pioneira, granulada e homogênea, de fácil diluição e sem odor. O produto combina dois ingredientes ativos, Aminociclopiracloro e Metsulfurom-metílico, que atuam de forma sistêmica, sendo absorvidos rapidamente através de folhas e raízes. O herbicida Navius® é utilizado para controle em pós-emergência de plantas infestantes de folhas largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em pastagens já implantadas.
Para o controle de plantas daninhas de folhas largas de difícil controle, a Linha Pastagem oferece a solução Juvix®. Este produto possui formulação líquida (SL) e é indicado para aplicação no toco da planta roçada, em cortes de até 10 centímetros do solo. Juvix®, que tem o Aminociclopiracloro como ingrediente ativo, proporciona maior facilidade e conveniência na aplicação localizada, possibilitando o uso de foice ou roçadeira. Em testes, a solução apresentou um ganho de até 40% de performance em plantas específicas na comparação com o tratamento padrão, além de otimizar o tempo e a força de trabalho, com ganho de rendimento da operação três vezes maior no comparativo com o padrão de mercado.
Investir em pastagens com manejo adequado e tecnologia, como as novas soluções da Corteva da Linha Pastagem, garante eficiência agronômica e sustentabilidade econômica da atividade, reforça o agrônomo Thaís. “Boas práticas permitem ao produtor da região Norte transformar pastagens degradadas em ativos de alta produtividade“, finaliza.
Sobre a Corteva
A Corteva, Inc. (NYSE: CTVA) é uma empresa global agrícola que combina inovação e liderança do setor, elevado envolvimento com o cliente e execução operacional para fornecer soluções lucrativas para os principais desafios agrícolas do mundo. A Corteva gera preferência de mercado vantajosa por meio de sua estratégia de distribuição, junto com seu mix equilibrado e globalmente diversificado de sementes, proteção de cultivos, produtos digitais e serviços. Com algumas das marcas mais reconhecidas na agricultura e um pipeline de tecnologia bem posicionado para impulsionar o crescimento, a empresa está comprometida em maximizar a produtividade dos agricultores, enquanto trabalha com stakeholders em todo o sistema alimentar, cumprindo sua promessa de enriquecer a vida daqueles que produzem e consomem, garantindo o progresso das próximas gerações. Mais informações disponíveis em www.corteva.com
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ℹ️ Conteúdo publicado pela estagiária Ana Gusmão sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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