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As situações climáticas adversas, vivenciada nas regiões produtoras do país, contribuem para essas novas altas no físico e no futuro. Confira abaixo!
O milho inicia o mês almejando voltar para os antigos patamares. No físico, a saca do cereal está na média dos R$ 90,00 em Campinas/SP. As situações climáticas adversas, vivenciada nas regiões produtoras do país, contribuem para essas novas altas no físico e no futuro. Na bolsa brasileira (B3), o contrato para julho/21 encerra o dia sendo negociado a R$ 91,03, alta de 2,11%.
Em Chicago o cereal encerra a quinta-feira beirando a estabilidade, passado o impacto sobre o relatório do USDA, o mercado volta a se atentar no clima das regiões produtoras. O contrato para julho/21 é negociado a US$ 7,19/bu, recuo de 0,03%.
Boi gordo
Com os motores ainda se aquecendo para o início do mês de julho, não houve mudanças no quadro de oferta e demanda e com isso, os preços da arroba do boi gordo tiveram pouca oscilação no mercado físico do boi, se mantendo próximo dos RS 320,00/@. Na B3, o contrato com vencimento em outubro/21 fechou a R$ 319,85/@, com valorização leve de 0,58% no comparativo diário.
No mercado atacadista de carne bovina, as vendas seguem com ritmo compassado e lento. Para abastecimento da próxima semana, o volume disponibilizado pelos frigoríficos permaneceu alinhado com os das últimas semanas. Com isso a carcaça casada bovina permanece em R$ 19,60/kg. Os agentes de mercado seguem acreditando na melhora de vendas com a virada do mês e se preparam para a primeira quinzena de julho.
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Soja
No mercado físico, o reflexo de CBOT e a valorização do dólar frente a moeda brasileira a levaram o valor da soja brasileira a retomar os níveis de R$ 160,00/sc, em Paranaguá/PR.
Na CBOT, poucas variações nos futuros, o clima favorável nos estados americanos que cultivam a oleaginosa, volta a ser o foco para as negociações. O contrato com vencimento em julho/21 inicia o mês sendo vendido a US$ 14,46/bu, desvalorização de 0,22%.
Fonte: Agrifatto