Furto de gado avança na Zona da Mata Mineira e preocupa produtores rurais

Casos de abigeato aumentam na região, provocam prejuízos no campo e levam forças de segurança a intensificar operações rurais.

O furto de gado tem se tornado uma preocupação crescente entre produtores rurais da Zona da Mata Mineira e do Noroeste Fluminense. Conhecido como abigeato, o crime vem sendo registrado com frequência em propriedades rurais da região, causando prejuízos financeiros e aumentando a sensação de insegurança no campo.

Nos últimos meses, operações policiais foram intensificadas para combater quadrilhas envolvidas no furto e receptação de animais. Uma das principais ações ocorreu em municípios da Zona da Mata, onde a Polícia Civil e a Polícia Militar realizaram operações que resultaram na apreensão de dezenas de cabeças de gado, além de armas de fogo e munições.

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Segundo as autoridades, os criminosos atuam de forma organizada, utilizando caminhões para transportar rapidamente os animais furtados. Em muitos casos, o gado é levado para propriedades clandestinas ou abatido ilegalmente antes da comercialização.

Prejuízo econômico e aumento da insegurança

O avanço do abigeato tem gerado preocupação principalmente entre pequenos e médios pecuaristas, que dependem diretamente da atividade para manter a renda da propriedade. Além das perdas financeiras, produtores relatam aumento dos custos com vigilância, cercamento e monitoramento das fazendas.

Especialistas do setor agropecuário alertam que o furto de animais impacta não apenas os produtores, mas toda a cadeia da pecuária regional, afetando comércio, transporte e abastecimento.

Diante do crescimento das ocorrências, forças de segurança vêm ampliando ações de patrulhamento rural e operações integradas em municípios do interior. O objetivo é reforçar a presença policial nas áreas rurais e combater crimes como furto de gado, roubo de maquinários e invasões de propriedades.

Produtores pedem mais fiscalização e tecnologia no campo

Entidades ligadas ao agronegócio defendem maior integração entre produtores e forças policiais, além da ampliação do uso de tecnologias de rastreamento, monitoramento por câmeras e identificação eletrônica dos animais.

A orientação das autoridades é que produtores mantenham registros atualizados do rebanho e comuniquem imediatamente qualquer movimentação suspeita. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e desarticular possíveis esquemas criminosos ligados ao furto de gado.

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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira

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