O presidente da Farsul, Gedeão Pereira, elogiou nesta segunda-feira, 16, a atuação do governo de Eduardo Leite (PSDB) no combate às tentativas recentes de invasões de terras no Rio Grande do Sul.
Durante apresentação do balanço anual da entidade, ele destacou a rapidez com que as autoridades responderam aos episódios do início de dezembro, quando o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupou duas fazendas em Pedras Altas. “Foi prontamente rechaçada pelo governo Eduardo Leite, que agiu muito rapidamente, muito rapidamente mesmo, e que simplesmente debelou qualquer tipo dessa tentativa”, afirmou Pereira.
Segundo o presidente da entidade, a ação integrada da Casa Civil e da Secretaria de Segurança Pública resolveu a situação em apenas oito horas, diferente de episódios anteriores que demandavam longos processos de reintegração de posse.
“Nosso produtor está vigilante, mobilizado. Tivemos a vigília durante seis ou sete meses e agora que houve a invasão, no outro dia estavam lá os produtores rurais fazendo o contraponto”, disse. Em resposta preventiva, produtores rurais mantiveram vigilância na região por mais de seis meses para evitar invasões de terras.
Pereira afirmou que o direito de propriedade é fundamental para o desenvolvimento. “Todos os povos do mundo que se desenvolveram, todos os países que são desenvolvidos, a questão basilar é segurança jurídica, direito de propriedade”, comentou. “Não tem legitimidade, não existem, é um movimento espúrio, não tem CPF, não tem CGC, não tem nada, como sempre foi”, acrescentou.
As invasões de terras em Pedras Altas fazem parte da ação “Natal com Terra” do MST, que também realizou ocupações em outros Estados. O movimento reivindica o assentamento de 1.500 famílias que, segundo eles, aguardam há mais de dez anos no Rio Grande do Sul.
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