O faturamento foi de US$ 2,64 bilhões, 18,5% acima dos três primeiros meses do ano passado. No período, China foi principal importador da carne bovina nacional, com 273,6 mil toneladas e receita de US$ 1,2 bilhão
As exportações brasileiras de carne bovina somaram 598.639 toneladas no primeiro trimestre do ano, 25,9% mais que em igual período de 2023, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), com base em dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).
O faturamento foi de US$ 2,64 bilhões, 18,5% acima dos três primeiros meses do ano passado.
No período, a China foi o principal importador do produto nacional, com 273,6 mil toneladas (+21,4%) e receita de US$ 1,2 bilhão (+9,4%). “O preço médio do produto, entretanto, recuou 10%, passando de US$ 4.942 para US$ 4.452 por tonelada”, disse a Abiec em nota.
Ainda conforme a Abiec, o segundo maior mercado do Brasil no período foram os Estados Unidos, com volume de 44 mil toneladas (+8%) e faturamento de US$ 261 milhões (+13,2%).
O preço médio do produto in natura exportado para o país aumentou 5,4%. Para os Emirados Árabes Unidos foram enviadas 41.067 toneladas de carne brasileira, com faturamento de US$ 188 milhões, aumento de 270%.
Para o México, mercado recentemente aberto para a carne bovina brasileira, foram 9.966 toneladas em 2024, com faturamento de US$ 46 milhões.
O presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, afirma que o aumento da participação dos Emirados Árabes e da Turquia nas exportações brasileiras é justificado pela opção dessas rotas como alternativa para atendimento ao mercado do Irã. “Por conta disso, os embarques foram ampliados 690%, nesse período, chegando a 9.732 toneladas em 2024“.
E os dados positivos não são só esses das imagens! As exportações para Hong Kong, Argélia, Rússia, Filipinas, Líbano e Líbia também cresceram.
O aumento das exportações para outros mercados demonstra o profissionalismo do setor, buscando sempre a diversificação e consolidação cada vez maior, no máximo de países possível.
Os preços 33,5% mais altos para os miúdos deixaram o mercado de Hong Kong mais atrativos para as exportações brasileiras. O aumento, no primeiro trimestre, ante igual período de 2023, foi de 45,2% no volume, e de 94% no faturamento.
Compre Rural com informações da Abiec e Estadão Conteúdo
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