Categoria reivindica cumprimento do piso de frete rodoviário e aposentadoria especial a partir de 25 anos de serviço.
Em uma reunião realizada nesta quinta-feira, 28, na Câmara dos Deputados e por videoconferência, representantes de caminhoneiros reiteraram aos parlamentares que a greve marcada para a próxima segunda-feira, 1º de novembro, está mantida.
“Apresentamos a agenda, questionamos a política de preços dos combustíveis da Petrobras, pedimos apoio aos deputados nas pautas e reforçamos a greve para o dia 1º. O recado foi dado”, relatou o presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), Plínio Dias, ao Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Transportadores rodoviários autônomos e celetistas afirmam que vão paralisar as atividades em 1º de novembro caso o governo não atenda às reivindicações da categoria. No encontro, caminhoneiros apresentaram suas demandas principalmente de cumprimento do piso mínimo do frete rodoviário, aposentadoria especial a partir de 25 anos e fim da política de preço da paridade de importação da Petrobras para combustíveis.
- Mestres da doma: quem são os ícones que mudaram o jeito de treinar cavalos
- Conformação de Milhões: O que torna uma vaca perfeita aos olhos do mercado?
- Uma política para o campo e para o bem viver
- Pasto ou Feno? Entenda como os Americanos alimentam o gado
- China soltou 1,2 milhão de coelhos no deserto de Kubuqi e o impossível aconteceu
A reunião foi organizada pela Frente Parlamentar Mista dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas. Segundo o presidente da frente, deputado federal Nereu Crispim(PSL-RS), mais de 80 lideranças de caminhoneiros de vários Estados do País e quatro deputados participaram da reunião. Integrantes do Executivo foram convidados mas não estiveram presentes, conforme o deputado.
“A manifestação da maioria foi de que ainda dá tempo do governo tentar estabelecer uma conversa, mas sem discursos que afrontem à categoria”, disse Crispim à reportagem. Na reunião, o deputado pediu mais diálogo e entendimento do governo em relação às demandas da categoria.
Fonte: Estadão Conteúdo