Pela média diária embarcada nesses 10 dias, a carne bovina registrou aumento de 22% e a carne de frango de, aproximadamente, 5%
Os dados ontem divulgados pela SECEX/ME englobando as duas semanas iniciais de maio (primeira quinzena do mês, 10 dias úteis) apontam que, nas exportações brasileiras de carnes in natura, as carnes bovina e de frango mantêm o bom desempenho, enquanto a carne suína continua com volume e preços negativos em relação ao alcançado um ano atrás.
Pela média diária embarcada nesses 10 dias, a carne bovina registrou aumento de 22% e a carne de frango de, aproximadamente, 5%. Já o volume de carne suína retrocedeu 23%.
Os preços registrados tiveram comportamento similar. Os da carne bovina aumentaram quase 29% e os da carne de frango mais de 33%, enquanto os da carne suína retrocederam perto de 30%. Em decorrência, a receita da carne suína, pela média diária, vem sendo 30% menor que a de um ano atrás. Já carne de frango e bovina apresentam aumento de, respectivamente, 39% e 57%.
- Mestres da doma: quem são os ícones que mudaram o jeito de treinar cavalos
- Conformação de Milhões: O que torna uma vaca perfeita aos olhos do mercado?
- Uma política para o campo e para o bem viver
- Pasto ou Feno? Entenda como os Americanos alimentam o gado
- China soltou 1,2 milhão de coelhos no deserto de Kubuqi e o impossível aconteceu
Como maio corrente tem um dia útil a mais que o mesmo mês do ano passado, os resultados finais para carne bovina e de frango serão maiores que os apontados pela média diária, enquanto as reduções da carne suína em termos de volume e de receita devem alcançar níveis menores.
O projetado, por ora, em relação ao volume, são aumentos de cerca de 10% para a carne de frango e de mais de 28% para a carne bovina. Para a carne suína o previsto é uma redução próxima de 20%.
No tocante à receita cambial os números atuais sugerem aumentos anuais de 46% e 65% para, respectivamente, as carnes de frango e bovina e uma redução de 27% para a carne suína.

Fonte: AviSite