Nova atualização do Mapa da Seca, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, indica os locais com maior ou menor incidência deste fenômeno climático no país.
A nova atualização do Mapa da Seca, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), indica os locais com maior ou menor incidência deste fenômeno climático no país. Em outubro, a baixa umidade foi mais frequente em estados do Nordeste e do Sul, e mais amena em estados do Sudeste e do Centro-Oeste.
No mapa (ver abaixo), a seca forte ocorreu nas regiões centrais de Santa Catarina e Paraná, no nordeste de Mato Grosso do Sul, no sul de Goiás, em Tocantins, no noroeste da Bahia e no Sul do Ceará. Os estados do Norte, Mato Grosso e São Paulo não aparecem por ainda não terem aderido ao projeto.
O nível considerado “seca extrema” foi detectado em áreas menores, sobretudo no extremo noroeste de Mato Grosso do Sul, na divisa entre São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul e no nordeste do Paraná. “Essa situação ocorre por conta de vários meses consecutivos de deficit de precipitação nesses locais”, explica Priscila Gonçalves, especialista da ANA.

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Já as áreas com seca baixa ou sem seca relativa apareceram em outubro principalmente no Sudeste, no Espírito Santo e no leste de Minas Gerais. Essa situação ocorreu também no Nordeste, no litoral sul da Bahia.
“De forma geral a melhora que foi registrada no Sudeste e Centro-Oeste teve relação com os desvios positivos de precipitação observados em outubro, que contribuíram para o recuo das áreas com seca fraca no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e leste de Goiás. No DF, a seca que cobria 100% do território em setembro desapareceu em outubro”, destaca a especialista da agência.
Fonte: Agência Brasil