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Segundo os dados divulgados pela EMATER/RS, o levantamento aponta 20% da área de milho colhida com rendimentos abaixo do esperado; Confira!
A quebra de safra no Sul turbina o avanço da demanda doméstica, levando a saca em Campinas/SP para R$ 97,00/sc. Na B3, o último pregão da semana foi de valorização para os futuros do cereal com o vencimento jan/22 avançando 0,91% encerrando a semana em R$ 96,71/sc.
Em Chicago, o fortalecimento do petróleo e a redução da safra na Argentina impulsionaram os futuros de milho. O vencimento mar/22 ficou cotado a US$ 5,96/bu, alta de 1,49%.
Boi Gordo
Com o baixo escoamento da proteína bovina no mercado interno e escala relativamente confortável para os frigoríficos, os negócios no mercado físico do boi gordo diminuíram o ritmo na sexta-feira. A maioria das plantas frigoríficas se ausentaram das compras, e o preço do boi gordo se acomodou na casa dos R$ 335,00/@ em São Paulo.
Na B3, o contrato futuro do boi gordo com vencimento para jan/22, encerrou o dia cotado a R$ 336,65/@, sem alterações significativas no comparativo diário.
No mercado atacadista de carne bovina, o volume proposto para as negociações desta semana seguiu em linha com o da anterior. Os distribuidores diminuíram as compras em razão da chegada da segunda quinzena, momento de menor consumo. Com isso, a carcaça casada bovina segue cotada em R$ 20,50/kg, podendo sofrer reajustes a depender do desempenho das vendas do final de semana.
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Soja
A saca da oleaginosa em Paranaguá/PR recuou para R$176,00 na sexta-feira devido à desvalorização da CBOT e queda do dólar para R$ 5,51.
A previsão de chuvas na América do Sul levou movimento baixista para futuros da CBOT na sexta-feira. O vencimento jan/22 ficou valendo US$ 13,57/bu, recuo de 0,62%.
Fonte: Agrifatto