Segundo a BRF, a produção nessas unidades segue todos os preceitos do mercado Halal, com trabalhadores e supervisores muçulmanos, responsáveis pelos procedimentos.
A BRF recebeu habilitação de oito unidades produtivas para exportação de carne de aves e produto industrializados para o Iraque. Cinco unidades receberam habilitações: Lajeado (RS) (duas fábricas), Chapecó (SC), Toledo (PR) e Buriti Alegre (GO). Outras três tiveram renovações: Dourados (MS), Serafina Corrêa (RS) e Capinzal (SC).
Em nota, a companhia informou que duas unidades de Lajeado, assim como a de Serafina Corrêa, Buriti Alegre e Dourados foram habilitadas para exportar carne frango. As de Capinzal e Chapecó receberam, além dessa, certificação para industrializados, sendo que esta última agora também pode exportar perus para o país do Golfo. A fábrica de Toledo recebeu autorização para exportar empanados.
- Por que dizem que as galinhas “entram em greve” na Quaresma? Descubra o motivo real
- Pecuária brasileira aposta em produtividade, inclusão e transparência para responder às mudanças no consumo global de carne bovina
- Emirados Árabes investem bilhões em tecnologia agrícola para garantir alimentos usando o deserto
- Guerra das Cores: Por que o Wagyu Vermelho está vencendo o marketing do gado preto no Texas?
- Mais proteína que carne bovina? Conheça a formiga tanajura, iguaria tradicional do Nordeste
“Essas habilitações demonstram força de nossa estratégia no mercado Halal (muçulmano), em um momento em que o Iraque suspende o banimento a importações deste tipo de produto, que vigorava desde setembro de 2019″, diz Luiz Carlos Tavares, gerente executivo de Relações Institucionais Internacionais da BRF. De acordo com ele, as decisões marcam também a retomada das missões presenciais de auditorias estrangeiras, suspensas durante 26 meses em função da pandemia.”
Segundo a BRF, a produção nessas unidades segue todos os preceitos do mercado Halal, com trabalhadores e supervisores muçulmanos, responsáveis pelos procedimentos de acordo com a Sharia, a lei Islâmica. É um mercado que corresponde a 1,5 bilhão de pessoas, 23% da população mundial.
Fonte: Estadão Conteúdo