Evento ocorre em 11 de abril no CPTB da Unesp e reúne cadeia produtiva para apresentar tecnologias e práticas da bubalinocultura.
O 1º Buffalo Day será realizado neste sábado (11), a partir das 7h, no Centro de Pesquisas Tropicais em Bubalinos (CPTB), da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP). A programação reúne profissionais do setor, estudantes, empresas e representantes da produção para apresentar pesquisas, tecnologias e experiências aplicadas à bubalinocultura.
Promovido pela Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf), o encontro conta com a parceria da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB), além de instituições como Fatec Botucatu, Boi 777, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), Instituto de Zootecnia (IZ) e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.
A agenda inclui palestras técnicas, visitas guiadas às estruturas do CPTB e contato direto com estudos em andamento, além da participação de empresas que atuam na cadeia produtiva. Os conteúdos abordam temas como eficiência produtiva, nutrição e bem-estar animal, com foco na aplicação prática no campo.
A pesquisadora do Centro de Pesquisas Tropicais em Bubalinos, Caroline Francisco, afirma que a proposta é reduzir a distância entre o conhecimento gerado na universidade e a realidade da produção. “A gente trabalha diariamente para transformar pesquisa em ferramenta prática. O Buffalo Day é uma forma de mostrar que o que é desenvolvido aqui pode ser aplicado diretamente na atividade, com impacto no resultado do produtor”, explica.
Segundo Caroline, o contato direto com a estrutura do centro também permite ampliar a compreensão sobre os critérios técnicos adotados nas avaliações. “Quem participar vai conhecer o ambiente onde será realizada a primeira prova de eficiência em bubalinos, entender como os animais serão avaliados e quais indicadores serão considerados. Isso ajuda a dar mais transparência ao processo e segurança para quem investe na atividade”, destaca.
A pesquisadora acrescenta que a presença conjunta de empresas, técnicos e produtores cria um ambiente de troca que vai além da apresentação de tecnologias. “Quando todos os elos estão no mesmo espaço, a gente consegue discutir soluções de forma mais objetiva, com base na realidade de quem está no campo”, observa.
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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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