Plataforma chega para preencher maior lacuna do mercado atual, operando como uma camada essencial para o sistema financeiro nacional.
A B4 (Bolsa de Ação Climática) anuncia a homologação da ESGreen, que passa a figurar como a principal infraestrutura brasileira de dados voltada ao ecossistema ESG e climático. A plataforma chega para preencher a maior lacuna do mercado atual: a escassez de dados confiáveis, contínuos e auditáveis em larga escala, operando como uma camada essencial de Monitoramento, Reporte e Verificação (MRV) para o sistema financeiro nacional.
Diferente de soluções convencionais, a ESGreen oferece uma estrutura analítica profunda, com integração via API a sistemas de crédito, compliance e gestão de risco. A plataforma é totalmente aderente à Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB), operando com mais de 700 critérios de avaliação que garantem conformidade com as normas do Banco Central, CVM e SUSEP.
A robustez tecnológica da plataforma é sustentada por modelagem de risco climático via NVIDIA Earth-2 e processamento de dados via inteligência artificial, sendo a ESGreen uma das empresas selecionadas pelo programa de aceleração da Alper Seguros. O Score ESGreen já é uma autoridade reconhecida, validado por mais de 50 instituições financeiras que utilizam a ferramenta para monitorar uma base superior a 85 mil empresas.
Presença nacional e eixo público
Com uma capilaridade que alcança 16 estados e mais de 100 municípios, a ESGreen também consolida sua presença no setor público. A empresa firmou uma parceria estratégica com o Governo do Estado de Santa Catarina por meio do Sapiens Parque e avança em acordos no Rio de Janeiro, onde já possui um Memorando de Entendimento (MOU) com a Invest Rio para atuação no hub de inovação MaraValley, na região do Porto.
“A chegada da ESGreen ao ecossistema da B4 marca um novo patamar de maturidade para o mercado de ação climática no Brasil. Ao integrarmos a principal infraestrutura de dados ESG do país, entregamos aos investidores e empresas a segurança jurídica e a transparência necessárias para que a sustentabilidade deixe de ser apenas um relatório e se torne, de fato, um ativo financeiro auditável e estratégico”, afirma Odair Rodrigues, CEO da B4.
Para a ESGreen, o momento representa a consolidação de um legado técnico a serviço do mercado. “O Brasil construiu o marco legal. Criou o mercado de carbono, definiu o reporte obrigatório, aprovou a Taxonomia Sustentável. Mas entre a lei e o mercado funcionando existe uma lacuna crítica: infraestrutura de dados. A ESGreen é essa infraestrutura — e a homologação pela B4 é a validação de que operamos no padrão que o mercado exige.”, comenta Mauricio Rodrigues, CEO da ESGreen.
A nova gramática do risco e convergência regulatória
Com o avanço do SBCE (Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões) e a Resolução 193 da CVM, o mercado brasileiro entra em um ciclo de obrigatoriedade. A partir de 2027, o reporte nos padrões IFRS S1/S2 será exigido para companhias abertas, tornando 2026 o “ano-base” crítico para a coleta de dados.
Neste cenário, a ESGreen se posiciona como uma infraestrutura “em produção”, e não apenas uma promessa tecnológica. A plataforma é aderente à Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB) e utiliza modelagem de risco climático via NVIDIA Earth-2 , integrando-se via API a sistemas de crédito e compliance para transformar sustentabilidade em um insumo de decisão financeira
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ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
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