O Parque Científico e Tecnológico da universidade disponibilizou uma área de 7,7 hectares destinada a experimentos agrícolas, com infraestrutura laboratorial e administrativa para apoiar projetos de pesquisa e inovação.
Empresas, startups, instituições públicas e outras organizações que desenvolvem soluções para o agronegócio passam a contar com um novo espaço para testar tecnologias em condições reais na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Parque Científico e Tecnológico da universidade disponibilizou uma área de 7,7 hectares destinada a experimentos agrícolas, com infraestrutura laboratorial e administrativa para apoiar projetos de pesquisa e inovação.
A iniciativa é resultado de parceria entre o Parque Científico e Tecnológico da Unicamp, gerenciado pela Agência de Inovação Inova Unicamp, e o Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA).
As propostas podem ser apresentadas a qualquer momento, por meio de edital de fluxo contínuo disponível no site do Parque da Unicamp. Os projetos serão avaliados por comissão com base em critérios como viabilidade técnica e econômica, potencial de inovação, capacidade financeira do proponente e sustentabilidade ambiental.
Para Mariana Zanatta Inglez, coordenadora de ambientes de inovação e empreendedorismo na Inova Unicamp, responsável pela gestão do Parque, a chegada do CPQBA representa avanço para diversificar as áreas de atuação das empresas do ecossistema. “O Parque Científico e Tecnológico da Unicamp sempre teve forte vocação para apoiar empresas de tecnologia e inovação industrial. Agora, com a integração de áreas do CPQBA, ampliamos esse horizonte para o setor agrícola, que é estratégico para o Brasil”, afirmou, em comunicado.
O CPQBA realiza pesquisas em agricultura, biotecnologia e química aplicada. Com a entrada no Parque, o centro passa a oferecer campos experimentais e infraestrutura para empresas que queiram desenvolver projetos em campo, unindo a experiência científica da Unicamp à capacidade de inovação do setor produtivo.
O prazo de permanência varia de acordo com o projeto. O contrato inicial pode ser prorrogado por até 60 meses, e o tempo total de permanência pode chegar a 120 meses, desde que haja interesse entre as partes.
O edital prevê exigência de sustentabilidade ambiental e proíbe o uso de defensivos agrícolas sintéticos nos projetos desenvolvidos na área.
VEJA TAMBÉM:
- Inflação da carne pressiona bolso dos brasileiros e acende alerta para novos reajustes
- Secex: exportação de açúcar cai 17% em volume e 25% em receita em setembro
- Exportações brasileiras para os EUA sobem 31,9% em setembro ante setembro de 2025
ℹ️ Conteúdo publicado por Myllena Seifarth sob a supervisão do editor-chefe Thiago Pereira
Quer ficar por dentro do agronegócio brasileiro e receber as principais notícias do setor em primeira mão? Para isso é só entrar em nosso grupo do WhatsApp (clique aqui) ou Telegram (clique aqui). Você também pode assinar nosso feed pelo Google Notícias
Não é permitida a cópia integral do conteúdo acima. A reprodução parcial é autorizada apenas na forma de citação e com link para o conteúdo na íntegra. Plágio é crime de acordo com a Lei 9610/98.