Oferta mais ajustada, resistência dos pecuaristas e melhora nas vendas de carne sustentam a arroba; contratos futuros já trabalham próximos de R$ 387 para dezembro
Oferta controlada de animais terminados mantém sustentação nas principais praças, enquanto contratos futuros ampliam o prêmio sobre o mercado físico e expectativas envolvendo a China reforçam a possibilidade de valorização nos próximos…
Mercado físico inicia o pós-feriado com oferta controlada e resistência dos pecuaristas, enquanto preços futuros negociados na B3 aumentam a distância em relação à arroba disponível e reforçam a expectativa de valorização no último…
Menor disponibilidade de animais terminados, escalas de abate mais curtas e resistência dos pecuaristas sustentam a arroba; contratos futuros voltam a avançar e reforçam expectativa de preços firmes no último trimestre
Escalas de abate mais curtas, oferta controlada e firmeza dos pecuaristas sustentam avanço nas principais praças; contratos futuros mantêm expectativa positiva para o último trimestre
Frigoríficos elevaram ofertas para recompor escalas, enquanto menor disponibilidade de animais terminados, exportações e mercado futuro reforçam expectativa de preços firmes na entressafra
Oferta mais curta de animais terminados limita a pressão da indústria e abre espaço para negócios acima das referências; em São Paulo, boi gordo está em R$ 342/@ e mercado olha para setembro
Indústrias trabalham com compras para poucos dias e testam preços menores nas principais praças; escalas próximas de sete abates e retenção dos pecuaristas, porém, dificultam uma queda mais forte do boi gordo
Mercado físico registra recuos em importantes regiões pecuárias, enquanto escalas ainda relativamente curtas e contratos acima de R$ 360/@ na B3 mostram que a pressão sobre o boi gordo encontra resistência
Frigoríficos tentam reduzir preços diante do consumo doméstico mais fraco e de escalas relativamente confortáveis; pecuaristas resistem às ofertas e consultorias avaliam que ainda não há boiada suficiente para sustentar uma queda…
Margens apertadas, crédito caro, endividamento e custos elevados freiam o avanço da oleaginosa; projeções variam entre estabilidade e crescimento de apenas 1,2% da área