A alta do feijão ocorreu devido à restrição de oferta, por dificuldades na colheita, redução de área na primeira safra e expectativa de menor produção na segunda safra, mostra o levantamento.
A pressão veio sobretudo da retração compradora – demandantes relatam dificuldades no repasse das recentes valorizações do grão ao atacado e ao varejo.
Do lado produtor, neste período de entressafra, muitos seguem limitando as vendas, negociando apenas por necessidade financeira ou para liberação de espaço nos armazéns.
Mato Grosso se consolida como o principal fornecedor do produto exportado, com destaque para variedades diferentes das consumidas no mercado brasileiro.
Para o grão carioca notas 9 ou superior, o impulso vem da procura aquecida e também da posição firme de produtores, que buscam negociar novos lotes a valores maiores.