Enquanto algumas praças se aproximam novamente dos R$ 350/@, mercado físico do boi gordo abre a semana entre sinais de reação, escalas ainda administradas pelos frigoríficos e atenção redobrada à demanda chinesa.
Com exportações em ritmo recorde, Brasil já atingiu 50% da cota de carne bovina na China para 2026; setor vê risco de desaceleração nos embarques e mercado começa a projetar impactos sobre preços da arroba, frigoríficos e exportações nos…
Mato Grosso recebe edição do GAFFFF em 2026; evento projeta movimentação superior a R$ 1,8 bilhão e consolida a capital do agro como sede global de inovação.
Análise da consultoria Datagro revela riscos para exportações de milho e açúcar, enquanto o aumento nos custos de frete e seguros marítimos desafia o agronegócio brasileiro e a crise no Oriente Médio em 2026
Para 2026/27, a expectativa é de estabilidade na produção, em 40,70 milhões de toneladas, mesmo com a moagem de cana crescendo de 610,5 milhões para 635,0 milhões de toneladas.
Oferta restrita de animais, escalas de abate encurtadas e exportações aquecidas sustentam a arroba do boi gordo em patamares elevados; São Paulo lidera o movimento, mas valorização já se espalha por outros estados
Mercado do boi gordo abre a semana com estabilidade nos preços, mas analistas indicam sinais de possível alta em razão da demanda aquecida e cenário externo favorável
Apesar da estabilidade pontual em algumas praças, mercado do boi gordo vive momento de insegurança com deságio nos contratos futuros, pressão nos frigoríficos e boatos sobre a China.