Com a regulamentação promovida pelo Decreto Nº 11.075, o País pavimenta o caminho para se tornar protagonista na exportação de crédito de carbono e combate à mudança do clima no planeta
As primeiras atuações da Embrapa no tema ocorreram ainda no fim da década de 1970, com foco em projetos de extensão rural. As ações eram concentradas em tecnologias rurais de biodigestores.
O objetivo do BNDES é estimular o desenvolvimento de um mercado voluntário desse tipo de títulos no Brasil. A prioridade será para títulos de reflorestamento, energia e o chamado Redd+.
Segundo as informações divulgadas, o Brasil pode ter receita de até R$ 100 bilhões em créditos de carbono até 2030 com agro, florestas e energia; Confira!
É preciso mensurar este o mercado de crédito de carbono, monetizar o trabalho e reconhecer o Brasil como o país que possui o maior ativo ambiental do planeta