Tenho a plena certeza de que estas acusações não se sustentarão ao passar por uma avaliação técnica e isenta”, afirmou o executivo
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, divulgou nesta quarta-feira carta aberta em que renuncia à presidência da instituição e em que afirma que as múltiplas acusações de assédio sexual contra ele “não são verdadeiras”.
“Não posso prejudicar a instituição ou o governo sendo um alvo para o rancor político em um ano eleitoral. Se foi o propósito de colaborar que me fez aceitar o honroso desafio de presidir com integridade absoluta a Caixa, é com o mesmo propósito de colaboração que tenho de me afastar neste momento”, afirmou Guimarães na carta publicada em sua conta no Instagram.
“As acusações noticiadas não são verdadeiras. Repito: as acusações não são verdadeiras e não refletem a minha postura profissional e nem pessoal. Tenho a plena certeza de que estas acusações não se sustentarão ao passar por uma avaliação técnica e isenta”, afirmou o executivo.
- Soja poderia passar de 110 sacas por hectare; pesquisa revela onde estão ficando as sacas
- Tereza Cristina: “tempestade perfeita” atinge o agro, derruba crédito rural e empurra produtores para a inadimplência
- Meet da Carne chega ao Paraná com proposta de genética e dados para impulsionar a pecuária
- Nova regra amplia renegociação de dívidas, mas produtor deve comprovar perdas e formalizar pedido
- Terneiro de apenas 30 dias chama atenção ao marcar 115 kg na Expointer
Na véspera, reportagem publicada pelo site Metrópoles afirmou que Guimarães está sendo investigado em inquérito sigiloso pelo Ministério Público Federal após denúncias de assédio sexual contra funcionárias do banco estatal.
Guimarães está na presidência da Caixa desde o início do governo de Jair Bolsonaro, é um dos aliados mais próximos do presidente e já foi cotado para ocupar a vaga de vice na chapa que busca a reeleição de Bolsonaro.
Fonte: Reuters