
Imagens FORTES viralizadas na internet mostram potro sem a cabeça, segundo relatos fato aconteceu em cidade do extremo noroeste paulista.
As redes sociais viraram o grande meio de comunicação da população, isso é inegável, todos os dias dezenas de milhares de informações são compartilhadas, cabe a cada um separar o que é verdade e as já famosas “fake news“. Nossa redação recebeu essa semana um áudio de um produtor rural no interior de São Paulo relatando a morte de seu potro, supostamente atacada por uma onça-pintada. O fato aconteceu na zona rural da cidade de Fernandópolis, 600km da capital, as fotos são assustadoras.
Por todo o Brasil vemos ataques e invasões de onças pintadas em áreas rurais e urbanas, principalmente na região centro-oeste brasileira por ser seu habitat natural. Há vários casos registrados no interior de São Paulo.



Sobre a Onça Pintada
A onça-pintada é o maior felino das américas. Espécie emblemática das matas brasileiras, a onça é importante para as ações de conservção.
Pelo fato de estar no topo da cadeia alimentar e necessitar de grandes áreas preservadas para sobreviver, esse animal o mesmo tempo temido e admirado que habita o imaginário das pessoas é um indicador de qualidade ambiental. A ocorrência desses felinos em uma região indica que ele ainda oferece boas condições que permitam a sua sobevivência.
As crescentes alterações ambientais provocadas pelo homem, assim como o desmatamento e a caça às presas silvestres e às próprias onças são as principais causas da diminuição da população de onças no Brasil. Reduzir essas ameaças é fundamental para garantir a sobrevivência da onça-pintada e a integridade dos ecossisemas.
- Trump anuncia taxa de 10% para produtos brasileiros
- Agronegócio bate recorde com 28 milhões de pessoas atuando no setor em 2024
- Resiliência às mudanças climáticas deve guiar investimentos na agricultura, avalia coalizão de ONGs e empresas do agro
- Governo vai lançar programa para apoiar produtores rurais indígenas
- Produção de soja no Matopiba deve registrar um crescimento anual de 11% na próxima década

É preciso viver em equilíbrio com a natureza.