Os preços médios do diesel, gasolina e etanol subiram na terceira semana de agosto, ante a anterior, na esteira de um avanço do barril do petróleo no mercado externo e após a Petrobras elevar preços nas refinarias na semana passada, mostrou pesquisa da ValeCard, especializada em soluções de mobilidade.
RIO DE JANEIRO (Reuters) – O diesel, combustível mais comercializado do país, subiu 10,06% entre 14 a 20 de agosto, na comparação com a semana anterior (7 a 13 de agosto), para 5,874 reais por litro, apontou o levantamento, com base em transações realizadas em mais de 25 mil estabelecimentos credenciados em todos os Estados do Brasil.
A Petrobras, principal produtora de combustíveis do país, anunciou na semana passada um aumento de 16,3% nos preços médios da gasolina e de 25,8% nos do diesel vendidos a distribuidoras, a partir de quarta-feira. Foi o primeiro aumento da petroleira desde que ela reformulou sua estratégia de precificação de combustíveis em maio, em busca de atenuar as volatilidades externas.
“O aumento ainda não foi repassado pelos postos de forma integral, pois os estoques foram comprados das distribuidoras com os preços antigos. Por isso, podemos ter novos reajustes nos próximos dias”, diz Brendon Rodrigues, Head de inovação e portfólio na ValeCard.
O repasse de reajustes da Petrobras aos consumidores finais nos postos não é imediato e depende de uma série de questões, como mistura de biocombustíveis, impostos, margens de distribuição e revenda e estoques.
O mercado sofre ainda influencia de outros agentes, pois conta com outras refinarias privadas e importa cerca de 25% do óleo diesel e 15% da gasolina, o que também interfere na precificação dos custos das distribuidoras aos postos.
O preço médio da gasolina nos postos de combustíveis subiu 3,22% na terceira semana do mês, ante a semana anterior para 5,883 reais por litro. Já o etanol hidratado, seu concorrente direto nas bombas, subiu 0,77% na mesma comparação, para 3,759 reais por litro.
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