
Pelas estimativas da entidade, 2022 poderá ser o melhor ano da energia solar já registrado desde 2012. A expectativa é de que a potência operacional instalada praticamente dobre ante 2021.
O Brasil atingiu a marca de 1 milhão de sistemas de geração de energia solar instalados em telhados, fachadas e pequenos terrenos, somando mais de 10,6 gigawatts (GW) em potência, segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) divulgado nesta segunda-feira.
A capacidade instalada da geração distribuída solar –usinas com até 5 MW construídas no próprio local de consumo ou próximo a ele– já ultrapassou a das grandes usinas da fonte no país, e hoje representa mais de 67% da potência total.
Os consumidores residenciais lideram o uso da energia solar distribuída tanto em quantidade de sistemas conectados à rede (77,6% do total), quanto em potência instalada (45,4%), de acordo com o levantamento da Absolar. Em seguida, vêm os pequenos negócios dos setores de comércio e serviços, com 12,5% das conexões e 32,3% da potência.
Os sistemas são usados ainda por consumidores rurais, indústrias, poder público, serviços públicos e iluminação pública.
- SENAR/SC divulga programação com aproximadamente 400 cursos gratuitos disponíveis para abril
- Fim de semana gelado: frente fria vai congelar o Rio e SP: Veja o que esperar
- Super picape Scania surpreende e empresa fala sobre sua produção, “4×4 que topa tudo”
- Selic deve superar 15%: veja opções de crédito com juros a partir de 2% ao ano
- Vídeo: Pecuarista sobrevoa fazenda de Amado Batista ao lado do cantor e se surpreende
A Absolar estima que o segmento tenha recebido cerca de 57,4 bilhões de reais em investimentos privados desde 2012, quando foi instituída a regulamentação para a geração distribuída pela Agência Nacional de Energia Elétrica.
Pelas estimativas da entidade, 2022 poderá ser o melhor ano da energia solar já registrado desde 2012. A expectativa é de que a potência operacional instalada praticamente dobre ante 2021, superando 17 GW, impulsionada pelos aumentos nas tarifas de energia elétrica acima da inflação e pela publicação do mercado regulatório do segmento.